Volkswagen chega a 3,5 milhões de veículos exportados em sua história e comemora a liderança nos embarques em 2016

Em 2017, a empresa deve atuar ainda mais intensamente nos mercados da América do Sul, América Central e Caribe




Maior fabricante e exportadora de veículos da história do País, a Volkswagen do Brasil acaba de conquistar a marca de 3,5 milhões de veículos exportados desde que iniciaram os seus embarques, em 1970. A empresa também foi a maior exportadora do setor automotivo em 2016, com 107.322 unidades embarcadas para 17 países.

"A Volkswagen tem como uma de suas vocações a exportação, enviando para diversos países em todo o mundo os produtos fabricados com mão de obra brasileira. É motivo de grande orgulho para nós conquistar a marca de 3,5 milhões de veículos exportados e a confirmação, mais uma vez, do posto de maior exportadora do setor automotivo do País, especialmente num ano de grandes desafios, como foi 2016. Em 2017, pretendemos atuar ainda mais intensamente nos mercados da América do Sul, América Central e Caribe, que têm um grande potencial para o desenvolvimento dos nossos negócios", diz o Presidente e CEO da Volkswagen do Brasil e América do Sul (SAM), David Powels.

O modelo mais exportado em 2016 foi o Gol, com 49.911 unidades, seguido do up! (20.318), Voyage (17.512), Saveiro (12.443). O principal mercado externo da marca continua sendo a Argentina, com 57.555 unidades embarcadas. A Volkswagen foi mais uma vez a marca líder em vendas no país vizinho.

Em 2016, a Volkswagen iniciou as exportações do Novo Gol, Novo Voyage e Nova Saveiro, lançados no ano passado, para países como a Argentina, México, Bolívia, Colômbia, Chile, Peru, Uruguai e Paraguai. A Nova Saveiro também abriu um novo mercado, passando a ser exportada para a Jamaica. A marca também iniciou a exportação do Novo Gol e Nova Saveiro para Honduras, do Novo Gol para Curaçao e da Nova Saveiro para o Panamá.

Região América do Sul
Em 2016, foi criada a estrutura regional da Volkswagen na América do Sul, América Central e Caribe, como parte da estratégia de regionalização mundial da marca. O CEO e presidente da Volkswagen do Brasil, David Powels, foi escolhido para comandar essa nova estrutura, em adição às suas funções no País. A Volkswagen pretende conquistar uma participação ainda mais forte nesses mercados, por meio de um trabalho integrado, que visa trazer mais autonomia, responsabilidade e contato com os clientes destas localidades.

Maior exportadora
Em toda a sua história, a Volkswagen já exportou seus veículos para 147 países. Em 2015, comemorou 45 anos do primeiro embarque de veículos para mercado no exterior, quando foram exportadas 13 unidades dos modelos Kombi e Variant, com destino ao México e países da América do Sul (1970).

Com mais de 60 anos de atividades, a Volkswagen do Brasil foi a primeira fábrica da marca fora da Alemanha e já foi estrategicamente instalada próximo ao Porto de Santos, contribuindo para geração de divisas no País. A empresa utiliza os portos de Santos (SP), São Sebastião (SP) e Paranaguá (PR) para exportar os veículos, dada a proximidade estratégica com as fábricas localizadas em São Bernardo do Campo – Anchieta (SP), Taubaté (SP) e São José dos Pinhais (PR).

Curiosidades sobre as exportações:
As exportações da Volkswagen do Brasil começaram em fevereiro de 1970, quando 13 unidades dos modelos Kombi e Variant foram exportadas para o México e países da América do Sul.

Em 1972 os volumes exportados já chegavam a 7.204 unidades. Este número expressivo fez a empresa perceber a grande oportunidade de tornar-se líder em exportação (automóveis e comerciais leves). Um dos maiores contratos de exportação foi com o Iraque, para onde foram exportadas 170 mil unidades do Passat de 1983 a 1988.

Outro grande contrato ocorreu em 1987, com o Projeto 99 (Voyage e Parati) para o mercado norte americano (Canadá e EUA). Foram dois anos de exportação da Parati com 25.022 unidades e sete anos do Voyage com 202.062 unidades exportadas.

Em 2000, após o sucesso das exportações do Voyage e da Parati, a Volkswagen do Brasil anunciou a volta ao mercado norte americano (Canadá e EUA), considerado um dos mais exigentes do mundo, com as exportações do modelo Golf. Foram 137.925 unidades do modelo para os EUA no período de 2000 a 2005 e 75.063 unidades para o Canadá entre os anos de 2000 a 2009.

O Gol com motor a diesel foi vendido entre 2000 e 2008 para Argentina (14.562 unidades no período), Uruguai (1.219 unidades) e Paraguai (898 unidades). Em junho de 2004 a Volkswagen comemorou 1,5 milhão de unidades exportadas. O veículo que representou esse marco foi um Gol destinado à Venezuela.

O ano de 2005 registra o ápice da exportação, com a abertura dos mercados da África e Oriente Médio, mais uma vez a Volkswagen do Brasil superou desafios levando produtos para países com diferentes exigências. Os produtos da Volkswagen do Brasil (automóveis e comerciais leves), já marcaram presença na Europa, África, Ásia e Américas.

Com a criação do Mercosul em 1991 inicialmente composto por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, no qual os objetivos primordiais eram a eliminação das barreiras tarifárias e não-tarifárias no comércio entre os países membros, o impacto geral sobre a performance da indústria automobilística foi extremamente positivo, considerando que esses países tornaram-se um importante polo de atração de investimentos estrangeiros diretos.

Em alguns países os modelos receberam outro nome, como o Gol no México, Rússia e Egito chamou-se Pointer ou mesmo o Fox, que no México chamava-se Lupo.

Entre 2004 e 2005, o Gol foi exportado para a Rússia, sendo o primeiro carro brasileiro a circular naquele país. Ucrânia, Turcomenistão e Azerbaijão receberam o Gol, entre 2005 e 2006, sendo que o automóvel sofreu adaptações devido à grande diferença climática em relação ao Brasil. China e Irã chegaram a fabricar o Gol em CKD a partir de peças exportadas do Brasil.

Modelos mais exportados pela Volkswagen do Brasil:
- Gol: 1.362.508 unidades
- Fox: 457.927 unidades
- Voyage: 421.711 unidades
- Saveiro: 221.748 unidades
- CrossFox: 92.531 unidades