Roxette retorna ao Brasil após 12 Anos: Fãs celebram o retorno da dupla Sueca

Roxette: Live - Back Again, a volta da dupla sueca após 12 anos.


Após mais de uma década longe dos palcos brasileiros, o icônico duo sueco Roxette está de volta ao país com a turnê "Roxette: Live - Back Again". A aguardada apresentação em São Paulo acontece nesta terça-feira (14), no Espaço Unimed, marcando um reencontro histórico com o público brasileiro.

O retorno ganha ainda mais significado por apresentar uma nova fase da banda. O fundador Per Gessle agora divide os vocais com a cantora Lena Philipsson, que assume o posto deixado por Marie Fredriksson, falecida em 2019 após complicações de um câncer.

Show em São Paulo (14) promete noite de nostalgia. A apresentação na capital paulista está marcada para as 20h30, com abertura dos portões às 18h30. O repertório traz uma verdadeira viagem no tempo, reunindo clássicos que marcaram gerações, como "It Must Have Been Love", "Listen to Your Heart", "Spending My Time" e "How Do You Do".

A turnê tem sido celebrada internacionalmente por manter viva a essência do Roxette, combinando nostalgia com nova energia. Desde 2025, o projeto vem passando por países como África do Sul e Austrália, com shows esgotados e recepção positiva do público.

Rio de Janeiro abriu a passagem pelo Brasil. Antes de chegar a São Paulo, o grupo se apresentou no domingo (12) no Vivo Rio, na cidade do Rio de Janeiro. O show marcou oficialmente o retorno da banda ao Brasil após 12 anos e reuniu fãs de diferentes gerações.

Com casa cheia, o espetáculo foi marcado por momentos de emoção e forte interação com o público, que cantou em coro sucessos históricos. A nova formação foi bem recebida, com destaque para a performance de Lena Philipsson, que trouxe personalidade própria sem perder a identidade das canções.

Novo capítulo, mesma essência. A atual turnê representa mais do que uma volta aos palcos: é uma celebração do legado do Roxette. Mesmo com as mudanças na formação, o projeto mantém a base criativa de Per Gessle e aposta na conexão emocional com os fãs.

A ausência de Marie Fredriksson é sentida, mas também homenageada ao longo das apresentações, reforçando o impacto duradouro da artista na história da música pop mundial.