A partir desta segunda-feira (2), Ilhabela será destino de aproximadamente 11 mil turistas vindos de quatro navios de cruzeiro, cada um operado por companhias diferentes. Os visitantes têm nacionalidades diversas, com predomínio de argentinos, americanos e alemães.
Na segunda-feira (2), desembarca o primeiro navio da semana, o Azamara Quest. O cruzeiro de alto luxo navega majoritariamente com turistas americanos e oferece serviços mais intimistas, roteiros elaborados, gastronomia exclusiva, atendimento personalizado e varandas privativas para grande parte dos hóspedes.
Na terça-feira (3) e quarta-feira (4), aportam, respectivamente, os navios Costa Favolosa e MSC Fantasia, ambos com público majoritário de argentinos. Juntos, somam cerca de 7,7 mil passageiros e mais de 2,7 mil tripulantes.
Já na sexta-feira (5), a cidade recebe o AIDAmar, da companhia AIDA, com cerca de 2,1 mil turistas alemães. A embarcação se destaca na paisagem por ter pintados na proaolhos e boca, remetendo às antigas embarcações gregas e fenícias.
A diversidade de origens dos passageiros reforça a projeção internacional de Ilhabela no turismo de cruzeiros, com cada vez mais visitantes estrangeiros escolhendo a cidade para estadas mais longas após a primeira visita. "O turista que aporta em Ilhabela encontra uma cidade cercada pela natureza, rica em história e com praias e cachoeiras de águas cristalinas. É comum que queira voltar para aproveitar tudo isso por mais tempo", afirmou o prefeito Toninho Colucci.
Até abril de 2026, as paradas dos navios devem injetar cerca de R$ 80 milhões na economia local, beneficiando restaurantes, bares, comércio, guias turísticos, transportes, passeios e serviços em geral. Com localização estratégica no Litoral Norte de São Paulo e atrativos naturais e culturais próximos ao ponto de desembarque, Ilhabela reforça sua posição como um dos principais destinos de cruzeiros do Brasil.
Aos visitantes, a cidade oferece experiências turísticas como passeios de jipe, mergulho, trilhas, cachoeiras, praias paradisíacas e uma cena gastronômica e cultural marcada pelos ciclos históricos da cana-de-açúcar e do café, além das comunidades tradicionais caiçaras do arquipélago.