Disparo em frente à residência termina com prisão por porte ilegal e arma furtada em São José
No retorno ao imóvel da vítima, os policiais localizaram marcas do disparo e um projétil incrustado na estrutura da residência, acionando a perícia técnica para análise do local.
Um homem foi preso em flagrante na madrugada deste domingo (18) após ser acusado de ameaçar a ex-companheira e realizar disparo de arma de fogo em frente à residência dela, no Jardim Nova Detroit, em São José dos Campos. A ocorrência foi registrada pela Polícia Civil como porte ilegal de arma de fogo, disparo em via pública, ameaça e receptação.
De acordo com o boletim de ocorrência, policiais militares foram acionados via COPOM por volta das 23h para atender uma denúncia de disparo de arma de fogo na Rua Inésia Pinheiro Soares. No local, a vítima relatou que o ex-companheiro apareceu em frente à casa, fez ameaças e efetuou um disparo em direção ao imóvel. Segundo ela, o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e já vinha enviando mensagens e áudios ameaçadores ao longo do dia.
Ainda conforme o registro policial, a mulher contou que ouviu o disparo após visualizar o veículo do suspeito nas proximidades da residência. O projétil atingiu a parede próxima a uma janela do imóvel. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.
Após as informações repassadas pela vítima, equipes iniciaram patrulhamento na região e localizaram o veículo indicado. Durante a abordagem, os policiais encontraram uma pistola calibre .380 escondida dentro do automóvel, além de uma cápsula deflagrada sobre o banco do motorista. Inicialmente, o homem negou ser dono da arma, mas depois admitiu a posse do armamento.
A Polícia Civil informou que a arma apreendida possuía registro de furto desde 2019. No retorno ao imóvel da vítima, os policiais localizaram marcas do disparo e um projétil incrustado na estrutura da residência, acionando a perícia técnica para análise do local.
O suspeito permaneceu em silêncio durante o interrogatório na delegacia e foi encaminhado ao Centro de Detenção. A autoridade policial representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, alegando risco à ordem pública e possibilidade de reincidência.